O bebê que teve a cabeça arrancada durante o parto na Santa Casa de Misericórdia, em Belém, morreu por asfixia, apontou um lado do Instituto Médico Legal (IML). O documento assinado pelos médicos legistas Marcelo Ayan Ferreira, Elton de Barros Meireles e Henrique Rodrigues Dias, foi concluído na última quinta-feira, dia 12 de novembro e encaminhado à titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), delegada Thalita Rosal Feitoza, que preside o inquérito policial que apura o caso.

 

 

Fonte: Amazônia Jornal
Foto: Arquivo